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quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Agora já foi... e nem te mais como voltar

TOP 5 "Agora já foi, e nem tem mais como voltar..."

Existe nome para essa sensação?

- Você escreve aquele mail gigante e não sabe se envia. Pensa nas conseqüências. Pode ser a única chance dizer o que está entalado. Dane-se! Clica em enviar. Em 5 seg, bate a razão. Já foi...

- Viaja tranquilamente quando, a 140 km/h passa por um guard rail e tem a impressão de ter um radar móvel escondido. Olha direto já para o velocímetro. Se o limite é 110, tá ferrado. Na seqüência, olha o retrovisor. Já é tarde. A mureta ficou agora a mais de 500 metros. Já foi e...

- No MSN, digitando que nem um louco para 9 pessoas ao mesmo tempo, vê janelinas piscando igual piscas de natal. Mal lê e já responde pra todo mundo. Mas percebe que a resposta, nem um pouco educada sobre um assunto completamente diferente e de conteúdo impróprio foi pra pessoa errada. Vê como confirmação a foto do seu colega ao lado do seu texto. Já foi...

- Aquela coleguinha que você sempre fantasiou estar num rala e rola, um dia, numa comemoração da empresa, resolve dar bola pra você. Bebidas a mais, olhares e risadinhas. Vai rolar. E eis que no rolar, você “esquece” de se proteger. Na hora é lindo. Mas em 68 segundos cai a ficha. “Ai ai ai. Se ela saiu assim comigo, deve ter saído assim com outros”. Já foi...

- Namorada nova. Está dando uma volta no shopping e educadamente pergunta se ela quer jantar. Ao entrar direto naquele restaurante que todos dizem ser divino, observa no cardápio que o prato mais meia-boca, a arroz branco e fritas custa R$ 70,00. Um suco são R$ 6,00. Já foi... e nem tem mais como voltar.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Bala perdida


Antes do PAN, TODOS OS DIAS eu acompanhava o número de feridos com balas perdidas no Rio de Janeiro.
Se você se recordar, todos jornais, em especial o telejornal da Rede Globo "Jornal Nacional" chagava a separar um bloco só com as tragédias. Não se falava em outra coisa. As notícias eram "Morro do Alemão", "Linha Vermelha", "Protestos das mães", "Confronto", "Outra criança baleada"...
Era comum contar quantos casos desses encontrávamos diariamente. E do nada, como mágica, SUMIU. Nenhum caso.
N-E-N-H-U-M!
0, ZERO! Alguém tem alguma sugestão?

terça-feira, 17 de julho de 2007

O que é isso...?

Que curioso, a maioria dos meus posts se iniciam ou abordam em algum momento filmes e cinema. Acho que essa característica sempre irá fazer parte dos meus textos.
Explico o excesso de filmes e a falta de Bets na minha vida: desde muito cedo, troquei as brincadeiras de rua pelos filmes porque minha casa fica numa avenida muito movimentada, quase uma via expressa.

Portanto, aqui vai mais um post, dessa vez sobre...
o belo filme de Bruno Barreto "O Que é isso Companheiro?" que revi hoje. Estranho ver Pedro Cardoso, Luis Fernando Guimarães e Fernanda Torres em personagens com atuações tão dramáticas. Todos com vasta experiência cômica, se estereotiparam-se com expressões engraçadas e sorrisos estampados.
Mais estranho que eles, é imaginar a situação. Um momento tão delicado do país, vivenciado por um grupo revolucionário encabeçado pelo "Zem" Fernando Gabeira, o próprio que se encumbiria de executar o embaixador.
Viu-se que pela primeira vez, o homem é livre. Sua mente é livre. Temos as leis, mas podemos trangredi-las se sentirmos necessidade. Vencer a mídia. Tudo por um ideal.
Um grupo que sonhou alto "conseguiram" voar alto. Numa realidade problemática, quiseram e conseguiram. Sim, o livre-arbítrio do homem.
A estranheza "final" se dá pela comunicação. Não especificamente pelo rádio e os primórdios da televisão, mas pela comunicação propriamente dita, por exemplo da polícia.
As perseguições feitas sem apoio e contato imediato. Na época, somente com os PXs e PYs, sendo necessário um véiculo de posto superior intervir numa viatura para atualizar suas ordens. Helicópteros seguindo viaturas praticamente na banguela.
Sem celulares, rádios, intervenção via satélite, busca computadorizada on-board guia de mapeamento online... Acho que logo teremos piloto automático. A energia elétrica automotiva já está sendo testada.
Se um dia eu voltar a reler esse post, talvez em alguns anos, esse "acho" será obsoleto. Quem sabe nesse dia eu dê risada dessas idéias, afinal o homem nem deve mais sair de casa, e sim seu clone ou seu robô esteja trabalhando (dobrado) por você. E assim o mundo (capitalista) continua girando.
Evoluindo sempre (pelas guerras).

segunda-feira, 16 de julho de 2007

4° com sabor de 1°

Louvavel a apresentação da Jade Barbosa no dia de hoje no Pan, dia em que a Ginástica apresentava as provas individuais. Por apenas 0,05 a barsileira não chegou no pódio. Até quem nunca acompanhou os ginastas e provas desse segmento (meu caso) ficou esperançoso com tal feitio.
Com um passado difícil (órfã de mãe) e tão jovem carregou uma responsabilidade sem igual. Depois de Daiane dos Santos se afastar dos jogos. (vou ter que abrir um parenteses).
O que essa tartaruga ninja foi fazer no pan? compras? Ela nem no freeshop foi!
Todo glamour do esporte concentrado numa atleta que amarela na hora H. Segundo seus técnicos, foi uma decisão poupá-la para o pré-olímpico. E o PAN? é baboseira? então porque tanto blablablá?
Jade, uma até então desconhecida, entrou, LIDEROU e tentou. Errou no exercício final. Caiu, chorou e todos sentiram a garra e a vontade de vencer. Suou a camisa. A força e a vontade de todos brasileiros sofredores que não se abatem com nada esta vá. Ficamos com o 4o lugar.
Honrável. Uma pena não existir medalhas para coragem. Mas esse foi um 4o com sabor de primeiro tamanha dedicação e esforço.
Ficará com a alma tranquila, subiu e tentou. Perder faz parte do jogo. Mas batalhou, ao contrário de outros que merecem apanhar de corrente até se criar vergonha na cara para entrar na arena, tentando finalmente ganhar alguma coisa além de fama.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Sexta Feira 13 - Origens (Texto sério - e copiado!)

A superstição que ronda o número 13 é, sem dúvida, uma das mais populares. Sua origem é pagã, e não cristã, como muitos pensam, e remonta a duas lendas da mitologia nórdica.
De acordo com a primeira delas, houve no Valhalla, a morada dos deuses nórdicos, um banquete para o qual 12 divindades foram convidadas. Loki, deus do fogo, ficou enciumado por não ter sido chamado e armou uma cilada: ludibriou um deus cego para que este ferisse acidentalmente o deus solar Baldur, que era o favorito de seu pai, Odin, o deus dos deuses. Daí surgiu a ideia de que reunir 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.
Na segunda, a associação com a sexta-feira vem da Escandinávia e refere-se a Frigga, a deusa da fertilidade e do amor. Quando as tribos nórdicas e alemãs foram obrigadas a se converter ao cristianismo, a lenda transformou Frigga em bruxa, exilada no alto de uma montanha. Dizia-se que, para se vingar, ela se reunia todas as sextas-feiras com outras 11 bruxas e o demônio, num total de 13 entes, para rogar pragas sobre os humanos. Isso serviu para incitar a raiva e a animosidade das pessoas contra Frigga, embora nem sequer existissem figuras malignas como o Diabo nessas culturas. Como a sexta-feira era um dia consagrado à deusa e, portanto, ao feminino, o advento do patriarcado fez com que esse dia fosse o escolhido para ser um dia amaldiçoado, como tudo o que dizia respeito às mulheres - a menstruação, as formas arredondadas, a magia, o humor cíclico, o pensamento não-linear etc.
A Última Ceia, portanto, é uma posterior releitura dos mitos originais, onde havia 13 à mesa, às vésperas da crucificação de Jesus, que ocorreu em uma sexta-feira. O 13º convidado teria sido o traidor causador da morte de Jesus, exatamente como Loki foi o causador da morte do filho de Deus.
O fato é que existem muitos supersticiosos neste mundo, a ponto de ter sido criado um termo específico para definir a fobia que alguns têm pelo número 13: triscaidecafobia. Há inclusive uma palavra específica para aqueles que temem as sextas-feiras 13: parascavedecatriafobia.
Segundo o site Dictionary.com, triscaidecafobia é um termo surgido a partir da junção dos termos gregos triskaideka (treze) e phobos (medo). Napoleão Bonaparte, Mark Twain, Richard Wagner e Franklin Roosevelt teriam sido alguns dos mais famosos triscaidecafóbicos. Wagner, por sinal, teve quase tantas relações com o número 13 em sua vida quanto o nosso técnico Zagallo: afinal, o compositor alemão nasceu em 1813, compôs treze óperas, finalizou sua obra "Tanhauser" em 13 de abril de 1860 e morreu em 13 de fevereiro de 1883.

O número 13 é tido ora como sinal de infortúnio, ora de bom agouro.

A ideia do 13 como um indício de má sorte surge da concepção que o judaico-cristianismo tem da morte, que não é, necessariamente, a idéia que Jesus teria tido. Especula-se, inclusive, que Jesus, sendo um sábio iniciado, possa ter estipulado o número de pessoas à mesa em 13 precisamente por causa da magia do número. (Jesus Cristo foi crucificado numa sexta-feira).
Nas cartas do tarô, o Arcano 13 é a carta da morte, até por uma possível associação com as letras hebraicas. Estudiosos da prática interpretam a carta como um sinal de mudanças de pontos de vista, de formas de viver, e profundas transformações internas e externas. Mesmo quando se refere à morte física, na concepção religiosa, esta não representa um fim em si mesma, afinal os povos antigos viam a morte como transmutação, uma passagem para outro mundo ou plano de existência, em geral com uma conotação evolutiva.
Por esse motivo, as tradições de magia ocidental, como a Wicca (bruxaria moderna), sugerem o número de 13 participantes em rituais.

Na história - Diz-se que a maldição do dia foi fruto de uma briga entre o rei francês Filipe, o belo, e a Ordem dos Templários, no século XIV. Na época, a França estava próxima da falência econômica e Filipe resolveu cobrar impostos da Igreja. Excomungado pelo papa Bonifácio VIII, que se indignou diante da decisão da cobrança, o rei tentou aproximar-se da Ordem dos Templários (um grupo de cavaleiros cristãos), pretendendo uma reconciliação com a Igreja. Filipe, o belo, não foi aceito na Ordem e, como vingança, ordenou a prisão e tortura de cinco mil cavaleiros. O dia era uma sexta-feira, 13 de outubro de 1307.
O argumento dos otimistas se baseia no fato de que o 13 é um número afim ao 4 (1 + 3 = 4), sendo este símbolo de próspera sorte.

Assim, na Índia o 13 é um número religioso muito apreciado; os pagodes hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda. Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13. Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo; adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas. Reportando-nos agora à civilização cristã, lembramos que nos Estados Unidos o número 13 goza de estima, pois 13 eram os Estados que inicialmente constituíam a Federação norte-americana. Além disso, o lema latino da Federação, "E pluribus unum" (de muitos se faz um só), consta de 13 letras; a águia norte-americana está revestida de 13 penas em cada asa.

Fonte:
http://cantinhodosdesabafos.blogspot.com
http://www.interney.net/blogs/inagaki/

terça-feira, 10 de julho de 2007

As Sete Faces do Amor

As Sete Faces - Alexandre Inagaki

VII

Amar é jogar os dados na mesa.
Uns querem apenas amizade.
Outros, sexo.
Alguns entram para o mosteiro.
Amar emburrece. Não amar também.


Amar é sangrar uma torrente
de formigas vermelhas e raivosas.

Pois apaixonar-se
é construir uma imagem da pessoa amada
sem avisá-la antes.


Amar é mito.
Mito é aquela mulher que nunca se entregará para você.
E se o fizesse, não aconteceria nada,
porque na hora H você broxaria.


Amar platonicamente
é amar apenas do pescoço para cima:
que desperdício!


Amar sem ser amado
é combate sem tréguas.
Coiote apaixonado
perseguindo o papa-léguas.


Amar é renunciar
a muitas coisas,
mas também a maior transcendência
que podemos almejar
nesta vida.


Amar não é bicho de sete cabeças;
no mínimo, tem umas sete mil.

VI

Eterno o tempo inscrito no centro do teu olhar verde prata e céu
Beleza que ao tempo desacata o teu sorriso sombra de um véu
Desenho de giz o vento apagou mas e a cicatriz de um amor?
Restrito jogo sem regra ou juiz que fere alegra seduz desnorteia
Feliz de quem resistir decifrar tua teia estrela em noite negra

V

Noites de insônia e ciúmes estúpidos.
Promessas, promessas voláteis e inúteis.
Flores. Bombons. Jantares. Motéis. Traições.
Vozes enferrujadas:
- Você me ama? Você me ama? Você me ama?
O terror indelével das desculpas decoradas:
- Você merece alguém melhor. Não quero estragar nossa amizade.
O sofrimento descascando, despojando o coração.


Amor é um disco riscado de blues.
Amor arma a arapuca, esfrega as mãos, afia os dentes.
Amor faz de nossos corações marionetes,
e gelatina de nossos cérebros.
Amor é foda.

O mundo não foi feito para inocentes.

IV

Somos náufragos do mesmo barco
Anjos traídos em busca da mesma cruz
Duas cabeças ocas que não pensam
Que buscam pela mesma efêmera bênção


Gestos gastos e mal fingidos
Sempre as mesmas rimas e metáforas
Piadas ridas, beijos babados
Como ecos vagos, vácuos de passado


Nossos olhos estão prenhes de farpas
Faíscas que rebrilham em gumes de frases
Vagas rompendo com falésias e mares
Traduzidas em francas ironias lapidares


Com amarga sabedoria e dissabor
Constatamos quão vãs foram nossas palavras
Míticas mímicas, joguetes do amor
Que nos enredou em trevas e trovas


Compositores da mesma canção
Dançarinos da mesma coreografia
Amantes no mesmo colchão
Sorrisos na mesma fotografia


Parceiros da mesma eterna solidão

III

Três palavras tão repetidas,
tão banalizadas.
Por que me é tão difícil dizê-las?

II

Vida:
piada amarga que ri de nós.


Amor:
válvula de escape à qual recorremos com desespero e esperança.

I

Amar fragiliza
Mais do que eu gostaria de sentir
Mais do que eu me permitiria
Admitir.


Antes eu era mais livre
Mais estúpido
Mais inocente
Quiçá mais feliz.


Agora estou em tuas mãos:
Sentes o peso?
Sentes minhas aflições?
Minhas angústias caladas?


Estou em tuas mãos:
Estou tão frágil,
Estou mais feliz,
Mais temeroso deste mundo.


Cuida bem de ti,
Cuida bem de mim.
Porque já não sei me cuidar.


Cuida bem do meu coração
Que está atrelado ao teu riso;
Quando vigio teu sono
Tenho toda a paz do mundo.


Cuida bem de ti, meu amor,
Que já não sei mais
Viver sem teus olhos.


Amor tem sete faces,
e todas me amedrontam.
O mundo, sete mil faces,
e só uma me ilumina.


Fonte: http://www.interney.net/blogs/inagaki/?blog=5&posts=5&page=1&paged=3

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Racismo

Sexta feira passada assisti no Jornal Nacional as últimas sobre o Sistema de Cotas nas Universidades. Depois de pensar a respeito cheguei a conclusão que o Brasil ta andando pra trás! CURIPIRA MESMO CARA PÁLIDA! Mazzola pópará. O papo é sério.

Sociólogos, historiadores, professores, governantes, ninguém sabe ao certo até onde isso é bom. O sistema foi implantado pela 1ª vez em 2001 na Universidade Federal do RJ. (UERJ) com a intenção de aumentar o número de negros nas universidades.

Não farei juízo de valores, colocarei algumas frases (revista ComCiência de 10/11/03) prós e contras e cada um tira sua conclusão.

a. “Negro é tão inferior que precisa de cotas”

b. “Ninguém consegue distinguir o negro do pardo”

c. "É uma discriminação às avessas, em que o branco não tem direito a uma vaga mesmo se sua pontuação for maior

d. "As cotas são uma solução simplista, que rompe com o princípio republicano básico de igualdade entre os cidadãos. Os negros não têm acesso ao ensino superior porque, na maioria dos casos, são pobres e passaram anos estudando em escolas públicas arruinadas”

e. “Se depender apenas do negro, por usa origem e herança, dificilmente alcançará uma posição de destaque sem o devido estudo”

Problemas existem e muitos.. Mas aí chega meu pensamento.

O Brasil está fazendo EXATAMENTE o que a África fez no ápice do racismo. Separar vagas, ou seja, deixar um lado do ônibus livre para os negros. OU MAIS, igual o que Hitler fez em meados de 40 na II Grande Guerra. Separar transportes exclusivos a judeus.

Em que caminho estamos?

Não gosto, alias, odeio textos que acabam com interrogação com falsas moralizações. Mas acho que hoje é uma exceção. Pensarmos até onde os governantes estão corretos.

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Penso, logo Desisto

Estou começando a achar que o caminho para a felicidade está mesmo próximo ao “Segredo”. Aos que não viram, EM SUMA, trata-se de buscar os ideais, sonhos e curas através do pensamento positivo exercido pela mente. Claro que é mais complexo que isso, mas resumidamente devemos dar oportunidade para as vibrações positivas criarem caminhos para nossa felicidade. Uma via dupla das energias entre o que eu sou e o que eu quero.

Dito isso, recorro a um texto que escrevi em meados de 2000 onde justamente tento chegar numa conclusão semelhante. “Estou numa praia durante minhas férias, tomando água de coco à beira mar. Toca o celular e um parente me avisa que naquele minuto, um colega de meu trabalho sofreu um acidente e esta prestes a falecer. Esse choque, essa ‘tragédia’, me causa desconforto, uma sensação de pânico que, devido a não encontrar uma solução lógica para esse problema, e, não podendo eu próprio salvá-lo, entro em angústia e ansiedade. Meu corpo responde com arritmias cardíacas, alteração na pressão, etc. Como pode uma simples informação nos transformar? Um som ou ruído seria capaz de alterar nossas vidas para sempre. Não cabe ficar discutindo se devemos nos preparar ou não para eventuais notícias não agradáveis, que podem surgir a qualquer momento, mas sim, levar em conta que, se podemos nos alterar para o pânico, esse mesmo corpo pode nos devolver a paz e tranqüilidade.”

Pela conseqüência da discussão, chegaremos a conclusão que nosso corpo pode se curar. Criar autodefesas mentais, afinal, nem Einsten conseguiu usar boa parte de sua inteligência desenvolvida.

Outro exemplo: acordo numa madrugada com frio e vejo a janela aberta. Com o quarto todo escuro, a primeira idéia e fechar a janela. Mas, com um barulho, ou mesmo com o olho cerrado ainda não focalizado até pela sonolência, vejo uma mancha na parede. Será que uma aranha enorme entrou pela janela? E se tiver outra subindo o lençol?

O simples fato de “achar” ou de “pensar” na existência daquele aracnídeo fez com que eu me alterasse todo. Física e mentalmente fui transformado. Se eu não tivesse “pensado” na aranha, ou tivesse imaginado que era um quadro, não estaria alterado.

Nossa mente é capaz de nos deixar como reféns, dependentes de nossos medos. Cabe a nós ousarmos e treiná-la a receber boas vibrações.

Essa discussão é muito ampla e, por hoje, acho que está suficiente pensar nesse tópico.Vou sentar lá fora na chuva para deixar cair alguma idéia da natureza naturalmente.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

O Inferno são os outros

Observando outros blogs, vamos nos conhecendo né?! Caímos de página em página mas já estamos condicionados a determinadas páginas. Por ex: Páginas de internet, assuntos cyber, tecnologias, política, economia, polícia.. to fora. Meu, se quero informação precisa, buscarei um especialista, um site de conteúdo (não estou menosprezando os bloggers!). Mas fora o Simão, difícil achar política e economia engraçado. AHHH.. ta aí! Eu busco sites engraçados. Chega de tragédias. Quero passar meu tempo feliz. Aprender e conhecer assuntos diversos.. coisas novas de maneiras diferentes.
AH, sabe mais? odeio textos longos. Caramba, não tem nada pior que começar ler um texto e num ataque de súbito transtorno Obsessivo compulsivo, sua mão corre pro mouse descer a barra de rolagem.. e .. surpresa.. o texto tem mais 175 linhas. (Pior que isso só receber correntes pela net OU power point.. AVE MAE, e se é uma corrente EM power point?!).

Tentarei colocar sempre coisas bacanas e breves, ok? (copiar só o que interessa!!! rs) E claro, assunto de interesse! Ver a Ivete Sangalo caindo do trio elétrico = cool. O Charlie Brown se declarando para garotinha ruiva? = cool. Saber que o Rambo 4 é mais violento que o jason? = COOOL. Saber que a Marta Suplicy disse sobre a crise dos aeroportos. Not cool.

E mais, acho que a era digital proporciona algo mais atual que os esdruxulos "querido diário", aliás, o que importa que o Beltrano comeu no jantar e conversou na reunião com dona Euflásia em Ohio? Então pq o blog? Falar da vida pessoal? sim SE envolver algum conexto que interesse o próximo! Se a bolsa de valores desceu 16 pontos. Não interessa. Se o Chiquinho comeu carne moída? NÃO interessa. Se eu comi pastel de queijo? NÃO Interessa. Se eu consegui assoviar starway to heaven inteira interessa? não!!! Se eu caí do trio elétrico! Daí mesmo sem nenhum dente na boca, interessa!!! = Not cool but cool a lot, entendeu? Pessoal, só se for legal! Se não é legal (ilegal) a gente copia (ilegal) = entendeu o trocadilho??! HAHA! Só não vale ficar passando (muita) deprê. Escrever sobre tristeza, as vezes até rola.. mas não faremos disso uma lei. ok?

Tudo bem, tem dias que é legal.. assim como há os dias deprês. Mas em geral, quero alegria. Estar deprê já é o fundo do poço.. pagar internet, perder tempo para ficar MAIS down? Jamais. Prefiro ver os deseinhos do meu gesso que é mais legal.Se estou na internet quero coisas boas. Sai pra lá sarava, xô urucubaca! Por isso, acho que mais vale a pena copiar x colar um texto de alguma utilidade (mesmo que sem conteúdo, mas que valha um sorriso) para valer seu minuto. Mesmo que não seja de minha autoria.

Direitos violados, esquerdos corrompidos! O lugar é aqui. Afinal esse blog é despretensioso. Aqui você encontrará tudo.. "o melhor de todos (os outros)." / (salve o copy – paste!).
O texto já tá grande.. ai ai ai

TOPS parte 2

Dia 22 escrevi sobre a lista da AFI. Hoje, percorrendo uns blogs, achei no http://www.interney.net/blogs/filmesdochico/ a lista toda. Os 100! (Detalhe especial para os 23 novos – a colocação do ano passado encontra-se entre os parênteses).

1 (1) Cidadão Kane (1941)
2 (3) O Poderoso Chefão (1972)
3 (2) Casablanca (1942)
4 (24) Touro Indomável (1980)
5 (10) Cantando na Chuva (1952)
6 (4) ...E o Vento Levou (1939)

7 (5) Lawrence da Arábia (1962)
8 (9) A Lista de Schindler (1993)
9 (61) Um Corpo que Cai (1958)
10 (6) O Mágico de Oz (1939)
11 (76) Luzes da Cidade (1931)
12 (96) Rastros de Ódio (1956)
13 (15) Guerra nas Estrelas (1977)
14 (18) Psicose (1960)
15 (22) 2001 (1968)
16 (12) Crepúsculo dos Deuses (1950)
17 (7) A Primeira Noite de um Homem (1967)
18 (--) A General (1927)
19 (8) Sindicato de Ladrões (1954)
20 (11) A Felicidade Não se Compra (1946)

21 (19) Chinatown (1974)
22 (14) Quanto Mais Quente Melhor (1959)

23 (21) As Vinhas da Ira (1940)
24 (25) E.T. - O Extraterrestre (1982)

25 (34) O Sol é para Todos (1962)
26 (29) A Mulher faz o Homem (1939)
27 (33) Matar ou Morrer (1952)

28 (16) A Malvada (1950)
29 (38) Pacto de Sangue (1944)
30 (28) Apocalypse Now (1979)

31 (23) Relíquia Macabra (1941)
32 (32) O Poderoso Chefão - 2ª Parte (1974)
33 (20) Um Estranho no Ninho (1975)
34 (49) Branca de Neve e os Sete Anões (1937)

35 (31) Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)
36 (13) A Ponte do Rio Kwai (1957)
37 (37) Os Melhores Anos de Nossas Vidas (1946)
38 (30) O Tesouro de Sierra Madre (1948)
39 (26) Dr. Fantástico (1964)

40 (55) A Noviça Rebelde (1965)
41 (43) King Kong (1933)
42 (27) Uma Rajada de Balas (1967)
43 (36) Perdidos na Noite (1969)
44 (51) Núpcias de Escândalo (1940)
45 (69) Os Brutos Também Amam (1953)
46 (35) Aconteceu Naquela Noite (1934)

47 (45) Uma Rua Chamada Pecado (1951)
48 (42) Janela Indiscreta (1954)
49 (--) Intolerância (1916)
50 (--) O Senhor dos Anéis: a Sociedade do Anel (2001)
51 (41) Amor, Sublime Amor (1961)
52 (47) Taxi Driver (1976)
53 (79) O Franco-Atirador (1978)
54 (56) M*A*S*H* (1970)
55 (40) Intriga Internacional (1959)

56 (48) Tubarão (1975)
57 (78) Rocky, um Lutador (1976)
58 (74) Em Busca do Ouro (1925)

59 (--) Nashville (1975)
60 (85) Diabo a Quatro (1933)
61 (--) Contrastes Humanos (1941)

62 (77) Loucuras de Verão (1973)
63 (--) Cabaret (1972)
64 (76) Rede de Intrigas (1976)
65 (17) Uma Aventura na África (1951)
66 (60) Caçadores da Arca Perdida (1981)
67 (--) Quem Tem Medo de Virginia Woolf? (1966)

68 (98) Os Imperdoáveis (1993)
69 (62) Tootsie (1982)
70 (46) Laranja Mecânica (1971)
71 (--) O Resgate do Soldado Ryan (1998)

72 (--) Um Sonho de Liberdade (1994)
73 (50) Butch Cassidy (1969)
74 (65) O Silêncio dos Inocentes (1991)

75 (--) No Calor da Noite (1967)
76 (71) Forrest Gump (1993)
77 (--) Todos os Homens do Presidente (1976)
78 (81) Tempos Modernos (1936)

79 (80) Meu Ódio Será Tua Herança (1969)
80 (93) Se Meu Apartamento Falasse (1960)
81 (--) Spartacus (1960)
82 (--) Aurora (1927)
83 (--) Titanic (1997)

84 (88) Sem Destino (1969)
85 (--) Uma Noite na Ópera (1935)
86 (83) Platoon (1986)
87 (--) Doze Homens e uma Sentença (1957)
88 (97) Levada da Breca (1938)

89 (--) O Sexto Sentido (1999)
90 (--) Ritmo Louco (1936)

91 (--) A Escolha de Sofia (1982)
92 (94) Os Bons Companheiros (1990)
93 (70) Operação França (1971)
94 (95) Pulp Fiction (1994)
95 (--) A Última Sessão de Cinema (1971)
96 (--) Faça a Coisa Certa (1989)
97 (--) Blade Runner (1982)
98 (100) A Canção da Vitória (1942)
99 (--) Toy Story (1995)
100 (72) Ben-Hur (1959)

sexta-feira, 22 de junho de 2007

TOP´s CINEMA


Depois de analisar várias considerações do Blog "Rosebud é o trenó!" (http://www.rosebudeotreno.com/), achei que é de grande valia saber quais são os 10 melhores filmes EVER, de acordo com a lista da AFI (American Film Institute). A lista divulgada dia 20/06 mostra os 100 melhores filmes atualizada (uma vez que anualmente novos filmes vão se inserindo na lista graças suas superproduções e super histórias). Destaque para a O Senhor dos Anéis / Sociedade do Anel; Faça a Coisa Certa (Spike Lee) e Sexto Sentido (obra prima de Shyamalan com Bruce Willis)

O que chama atenção é que muitos filmes antigos vão trocando de lugar. Uns caem absurdamente e outros sobem na lista (Vertigo / Um corpo que cai, sai de 66 e agora aparece em 9!).

Vamos a lista:
1 CITIZEN KANE (Cidadão Kane)

2 THE GODFATHER (O Poderoso Chefão)
3 CASABLANCA
4 RAGING BULL (Touro Indomável)
5 SINGIN’ IN THE RAIN (Cantando na Chuva)
6 GONE WITH THE WIND (E O Vento Levou...)
7 LAWRENCE OF ARABIA (Lawrence da Arábia)
8 SCHINDLER’S LIST (Lista de Shindler)

9 VERTIGO (Um Corpo que Cai)
10 THE WIZARD OF OZ (Mágico de Oz)

Num sopetão, tentarei colocar meu top 20 aqui, de uma maneira POP, misturando conservadorismo e cinema contemporâneo (passando por todos anos, estilos, escolas e gêneros):

00 O Poderoso Chefão
01 Kill Bill
02 Senhor dos Anéis
03 Snatch - Porcos e Diamantes

04 Outra História Americana
05 21 Gramas
06 Vidas em Jogo

07 A Queda
08 Closer
09 Team America
10 O Informante
11 Misterioso Assassinato em Manhattan
12 O Cubo

13 StarWars III
14 Encontros e Desencontros
15 Toy Story 2
16 Festim Diabólico
17 Gladiador
18 Matrix
19 Tempos Modernos
20 12 Homens, Uma sentença


Eu também adoro livros!

Tem um texto muito bacana num blog chamado "Eu ADORO livrarias. Putz! Que lugar legal pra se ir. "
Vou editar abaixo uma parte dele. Talvez alguém (também) se identifique.

"Hoje estive em uma. Gosto de passar um tempo lá. Gosto de ouvir os papos das pessoas, ver gente escolhendo livro. Aquele cheiro de livro novo é maravilhoso, uma delícia. Gosto de olhar os livros bonitos que eu não tenho dinheiro pra comprar, e também os que eu compro mesmo sem dinheiro pra pagar. Gosto de olhar os livros que tenho dinheiro pra comprar, mas que não compraria jamais. Mas a parte mais divertida, sem dúvida, é passar pelo setor de auto-ajuda. (…) Aff. Tem receita pra tudo. São os mais vendidos, e ficam bem na porta da livraria. As pessoas que compram esses livros são engraçadas. Elas olham, olham, olham e escolhem sempre os mesmos. Tem uns que disfarçam, mas depois voltam e pegam escondido. Outros levam cinco ou seis de uma vez. Outros perguntam pra quem está perto, “já leu esse aqui? Funciona? Puxa, vou levar!”. E tem quem escolha decididamente e em silêncio. (...) O que mais me chama a atenção é a proliferação desse gênero de leitura. Até livro, ultimamente, tem que ser funcional. Tem que dar resultado. (...)Sim, temos que ser felizes todo o tempo! Vamos ser magros, lindos, bem sucedidos, sem problemas no amor e nem na conta do banco. Se você não consegue, é porque você não quer. (...)".

fonte: http://blog.mafaldacrescida.com.br/

Caramba... Eu também adoro livrarias... (sebos também!!) perco horas, perco não, ganho!. Aprendo pacas! Sou aqueles chatos que quando gosto de um autor, procuro saber todas suas obras. Quando descubro que ele já lançou 12 títulos, pego todos que eu achar, analiso a quantidade de páginas. (livro pequeno, não tem historio o bastante para me deliciar). Escolho um terço e vou para a maquininha de preço judiar. Chega a fazer fila.. Coitada da D que vive me esperando escolher, dentre 30 títulos, nenhum pra levar. Acho que faz parte de alguma fantasia... Ver uma biblioteca pessoal com tantos livros assim, com dorsos que demonstram ser livros extensos, todos bem conservados.

E olha que meu acervo é gigantesco... (Não ganha dos Dvds) mas é considerável sim.

Ah, sabem o que eu gosto? De ler vários ao mesmo tempo. Se a leitura não flui.. vou ficando curioso para ler outro (compro de 5 em 5, principalmente em sebos).

Leio umas 40 páginas.. e meu Transtorno Obsessivo Compulsivo me obriga a colocar algum marcador, fechar a obra e olhar por cima do conjunto de páginas. “Quanto será que eu já li? Uns 32%? É! Uns 34. ok!!” abro de novo e continuo lendo...

E quando acabo então??? Todo satisfeito, como se tivesse conquistado 15 territórios e mais um continente a minha escolha no War, vou todo pomposo colocá-lo na estante. AO lado dos outros para ver se “combina”. Hahaha.. O dorso bem pra frente para dizer a todos. “Qual?? Esse aqui? Hm.. já li sim”

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Cartas em jornal

Já repararam que nos últimos dias, o jornal Correio Popular vem publicando na "Coluna do Leitor" cartas de estudantes ginasiais?
Essa semana já foram duas. Aluno da quinta série.. e assim vai. Por um lado é uma coisa bacana. Exercitar a opinião pública, liberdade de expressão, julgamento de valores logo tão cedo.
Por outro é a banalização do "eu acho" SEMPRE presente nessas cartas..
Entendo que o exercício diário de ler e escrever elimine esse vícios, ATÉ hoje tão presentes. Não que seja errado, mas não aturo cartas finalizadas com interrogação, numa mera tentativa de um destaque moral.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

O primeiro (e o último)



Ato 1 - Fôlego

Desde 94 escrevia muito. Tentava perpetuar lembranças inseguras e dizeres importantes à minha alma.
Muita coisa se perdeu. Algumas eu guardei.
A intenção a partir de hoje é intercalar pensamentos, dizeres, fatos, idéias, citar passagens para que o mundo cyber se engarregue de propagar.

Postarei um texto que escrevi numa rápida reflexão.


Ato 2 - O Silêncio


Todos espiando, a fiel companheira ao lado, até o último minuto, ao lado.

Alguns entram, desviam-se dos galhos. Olham rapidamente as cabeças baixas. Uma a uma, os focos perdidos vão percorrendo a sala, os objetos, as expressões. Muitos, nem conhecidos são; só querem entrar e ver se dentre tantos, alguém, se não a própria razão do encontro, és conhecido. Talvez um amigo de longas datas. Um que o jornal já falou, vale vizinho, tio do colega e até atleta.

Ninguém.

Se ele foi alguém, parece que em alguma fração, ele será ninguém. Ou como diria Exuperry, uma velha casca.

Os bons tentam forçar, idas e vindas, imagens daquele sorriso. Daquela força, daquele aperto de mão. A barba por fazer. O perfume que não fará mais parte desse campo não tão mais florido.

Face fechada. Olhar cabisbaixo. Preocupação. Agora é pra valer. Contas e problemas serão mais que um pesadelo que se insiste em se realizar.

Os lábios de três ou quatro se movimentam tanto que parecem conversar. Sem voz. Profundo silêncio. Todos estão conversando, sozinhos.

O último adeus. Lembre-se. Os próximos 8 segundos ficarão impregnados na sua mente até um dia faltar seu oxigênio.

Eu nunca vejo. Quero guardar aquela covinha que tanto me cativou.

O ato final.

Andamos por quase quinhentos metros. Poxa, é meio quilômetro. Isso pouco interessa. Aliás, o que interessa?

A cada passo dado, a sola do sapato de alguém a frente estala no chão. Eu consigo escutar uma folha cair a pelo menos cem metros dos meus joelhos.

O silêncio chega dar medo. A fila indiana prossegue. Não tem como parar.

Ouço o frio, o vento ricocheteando as tenebrosas faces, num amargo sol que não esquenta.

Estamos perto do fim. Os últimos da fila já estão trocando sílabas pronunciáveis com seus passos tão lentos que quase conseguimos identificar as âncoras acorrentadas em suas pernas. A barra da calça suja de terra batida vai estacionando.

É agora.

Olho o horizonte. Centenas de desconhecidos, fotos, medalhas, dizeres, tanta história, tantas vidas, quanta tristeza.

Os primeiros da fila não sentem mais os passos. Se o soldado da liderança marchasse por mais 2 dias, iriam atrás. Não importa mais a distância. Não importa mais o tempo. Não importa mais quem ficou lá trás. Não importa se barra está suja;

Um borrão em que o verde e o azul quase se assemelham ao molhado preto. Ao negro sol que está morrendo.

O último adeus. Lembre-se. Os próximos 4 minutos serão os últimos em que carne é vida. Respiração é saudade. Temperatura é segurança.

Eu quase nunca vejo. Rezo e peço para Deus confortar os que aqui ainda amam.

E que comecem os jogos!

Bom, vamos lá!

Entediado por estar já há 8 dias com gesso no pé, graças a meu abuso nas aulas de Jiu Jitsu.. (imaginem um sedentário que só pensa em comer, assistir, ler e dormir) praticar algo que envolva explosão muscular.. só poderia ter dado nisso mesmo... Voltando.. engessado! E faltam mais 6 dias para voltar ao ortopedista verificar minha tendinite.

Confinado em um corredor, já tentei jogar, ver, ler e resolvi dedicar esse tempo para aprender. Visitei tantos sites, tantas páginas que fiquei empolgado com tanta idéia que existe na internet. Muitos infelizmente só sabem o que é o pc para vasculhar Orkut alheios.. puxa.. quanto desperdício. Entre tantos, achei vários bloggers (assim que se escreve?) contando tanta coisa interessante. Resolvi compartilhar alguns de meus pensamentos. A intenção nem é abastecer diariamente.. nem anunciar a ninguém. Se alguém parar, descobrir e ler. Tomara que se identifique e se divirta. Passe alguns minutos aqui, navegando, descobrindo e observando... não custa nada!

E que comecem os jogos!